Após perseguição policial, homem natural de Nanuque cai com veículo no Ribeirão do Onça em BH e morre afogado
Um homem de 27 anos de idade morreu, apos cair um veiculo em um rio durante uma persegução policial em Belo Horizonte – MG.
Segundo informações da policia, após receberem informações da Diretoria de Inteligência da PMMG, dando conta que um individuo foragido da justiça estava homiziado na região do bairro Ribeiro de Abreu, Policiais da Diretoria de Inteligência com apoio do Batalhão de Operações Especiais (BOPE – PMMG), realizaram rastreamento e localização do suspeito naquela região.
Durante tentativa de abordagem, o suspeito identificado por Higor Alves dos Santos natural de Nanuque – MG, evadiu-se em um veículo em alta velocidade, durante a fuga, mais precisamente na altura no numero 340 da rua Carmem Costa, o suspeito perdeu o controle do veículo e caiu no Ribeirão do Onça, e, devido à complexidade do local da queda, nao foi possivel realizar o resgate, sendo assim, o suspeito acabou morrendo afogado.
Segundo informações das autoridades, Higor Alves dos Santos, vulgo estrelinha, é suspeito de ser o “braço forte” da organição criminosa Comando Vermelho na região do Nanuque, no Vale do Mucurí. Higor teria assumido posição de destaque na Organição Criminosa após a transferencia do principal lider na região, que se encontra preso no Regime Prisonal Diferenciado, conhecido como (RDD), onde o preso fica isolado e praticamente incomunicável.
Ainda de acordo como levantamentos da polícia, há fortes indicios que Higor era responsável pela arrecadação financeira do CV na região, é também suspeito de coordenar possiveis ataques contra grupos rivais e prestar apoio logistico a atividade ilicitas.
Higor Alves dos Santos cumpriu sentença no Presidio de Nanuque, após condenação por envolvimento na criminalidade local, foi liberado do cárcere após ser beneficiado pela liberdade provisória.
Higor foi condenado por envolvimento na criminalidade local, e se envolver em tentativa de ataque a bomba a uma área rival em Nanuque. Naquela época, Higor teria fabricado uma bomba caseira com uma panela de pressão cheia de artefatos, como pregos e esferas e arremessado em uma área rival.
Segundo informações da polícia, felizmente o artefato não explodiu, e caso o indivíduo tivesse êxito na ação, o estrago seria incalculável. Naquela época, foi necessário acionar o Gate para reclher, e propiciar a detonação do artefato.
Após os procedimentos de praxe, o corpo do Higor será liberado para a familia realizar velorio e sepultamento.

